11/01/2016

Usar a graduação para fazer concursos: veja os melhores cursos para isso.

Coordenação

“Me dedicar totalmente à faculdade e correr atrás do primeiro emprego ou estudar para passar em um concurso público?”

 

Esse é um questionamento que muitos estudantes universitários têm feito. Incentivados pelos pais, esses jovens incluem empregos públicos em seus planos de carreira visando a estabilidade e as boas remunerações. Na verdade, não somente universitários: a porcentagem de alunos menores de 18 anos também aumentou em cursos preparatórios de todo o país. Alguns até mesmo escolhem suas graduações com base no concurso que desejam ser aprovados.

 

A vantagem de começar a vida de “concurseiro” desde cedo, é que os jovens universitários costumam estar mais acostumados à intensa jornada de estudos, e por isso dominam mais a elaboração de resumos, a interpretação de texto, e os conhecimentos em informática. Além disso, caso o estejam cursando áreas próximas à do concurso, os conteúdos não precisarão ser estudados com tanta intensidade, podendo ser apenas revisados com foco no edital da prova.

 

Veja cursos focados em editais de concursos.

 

Segundo especialistas, estudantes de Direito, Administração, Contabilidade e Economia têm mais oportunidades em concursos públicos, pois além de poderem se candidatar às vagas específicas de seus cursos, essas formações preparam melhor os alunos para certames mais abrangentes, que aceitem formação superior em qualquer área - como é o caso dos concorridos cargos de auditor da Receita Federal e analista do Ministério da Fazenda.

 

A maior vantagem dos estudantes de Direito, por exemplo, é o conhecimento aprofundado do Direito Legislativo e Constitucional, exigido por muitos concursos. Já os alunos de Administração, Contabilidade e Economia saem no lucro quando o assunto é Matemática e estatística. No fim das contas, os quatro formam o “quarteto das profissões universais”, pois no setor público eles abrem as portas para diversas carreiras.

 

“O setor público é administrativo e nele uma cultura geral é mais aproveitada do que conhecimentos muito focados”, diz Paulo César da Cunha Souza, professor de Direito Tributário da Uninter.

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