18/10/2018

AFT solicita certame com 2.873 vagas

Coordenação


O Ministério do Trabalho segue no aguardo pela autorização do Ministério do Planejamento para o pedido de concurso para auditor fiscal do trabalho. Esse certame promete ser concorrido, já que em 2013, o último convocado teve 57% de acertos nas provas objetivas.  As avaliações da seleção anterior tinham o calor de 220 pontos ao todo, no entanto acertar mais de 50% da prova não foi simples, a banca da ocasião foi o Cebraspe, e com isso de 95 aprovados previstos na ampla concorrência apenas 92 alcançaram a pontuação final do concurso. 

Para pontuar, a banca organizadora aplicou os seguintes critérios, um ponto para a resposta correta; um ponto negativo para a resposta errada; e pontuação nula em caso de questões sem marcações ou duplamente assinaladas. 

Para ser considerado aprovado, o candidato não poderia obter nota inferior a 20 pontos na prova de Conhecimentos Básicos e a 36 na etapa de Conhecimentos Específicos. Além disso, era necessário alcançar 66 pontos ou mais, em ambas as avaliações. 

Somente 92 candidatos foram convocados na última seleção

No concurso realizado em 2013 foram oferecidas 100 vagas, contudo somente 92 candidatos foram convocados, o que foi pontuado por Calos Silva, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), em resposta ao déficit de servidores do órgão. Atualmente, segundo o MT, o número de auditores-fiscais é de 2350, o que o próprio ministério admite ser insuficiente, e de acordo com o levantamento do Sinait, o féfisct chega a 1.341 servidores. 

O pedido do concurso é para 2.873 vagas, com oportunidades para auditor-fiscal, agente administrativo, administrador, arquivista, bibliotecário, contador, engenheiro, estatístico, sociólogo, psicólogo, técnico em assuntos educacionais e técnico em comunicação social e economista. 


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